13 research outputs found

    Diagnósticos e tratamentos avançados para endometrite em éguas problemas : Revisão de literatura

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    A endometrite é uma das principais causas de infertilidade em éguas e representa um desafio constante para a reprodução equina, especialmente em éguas classificadas como “problemas”. Este artigo de revisão reúne os avanços mais recentes em diagnóstico e tratamento dessa afecção uterina, destacando a importância do diagnóstico precoce por meio de exames clínicos, ginecológicos e laboratoriais, como ultrassonografia, citologia e biópsia uterina. São abordadas terapias convencionais e inovadoras, incluindo lavagens uterinas, uso de ecbolizantes, antimicrobianos, imunomoduladores, terapias hormonais e alternativas como ozonioterapia e plasma rico em plaquetas (PRP). A individualização dos protocolos com base no histórico clínico e na resposta de cada égua é essencial para o sucesso reprodutivo. Este trabalho visa fornecer um guia prático e embasado cientificamente para médicos veterinários e profissionais da equinocultura, promovendo maior eficiência reprodutiva e sustentabilidade na produção de equinos

    CESARIANA EM VACA COM TORÇÃO UTERINA À DIREITA - RELATO DE CASO

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    A torção uterina é uma das principais causas de distocia de origem materna em vacas e representa uma emergência obstétrica de grande relevância, que requer diagnóstico rápido e intervenções imediatas. Essa afecção ocorre quando o útero gestante rotaciona em torno do seu próprio eixo longitudinal, comprometendo o suprimento sanguíneo fetal e dificultando a expulsão pelo canal do parto. Em bovinos, as torções para o lado direito são mais frequentes. O tratamento da torção depende do grau de rotação e do tempo decorrido desde o início da distocia. O presente trabalho teve como objetivo relatar um caso clínico de torção uterina à direita em uma vaca, descrevendo o diagnóstico, a abordagem cirúrgica e o resultado obtido. O diagnóstico foi estabelecido com base no histórico do animal, no exame físico e na palpação transvaginal e transretal, que evidenciaram a rotação uterina e a impossibilidade de correção manual. Diante disso, optou-se pela realização de cesariana em estação, via fossa paralombar esquerda. O procedimento possibilitou o acesso direto ao útero, a correção da torção e a retirada do bezerro. A fêmea apresentou boa recuperação pós-operatória, sem intercorrências. O relato reforça a importância do diagnóstico precoce e da escolha adequada da conduta terapêutica, fatores determinantes para o sucesso do tratamento e para a preservação da vida materna e fetal

    CERATOCONJUNTIVITE INFECCIOSA BOVINA EM VACAS LEITEIRAS

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    Este estudo descreve um caso de surto de Ceratoconjuntivite Infecciosa Bovina (CIB) em uma fazenda leiteira. A ceratoconjuntivite bovina é uma doença infecciosa causada pela bactéria Moraxella bovis e que afeta o sistema ocular de bovinos. Ela provoca sintomas como lacrimejamento intenso, opacidade da córnea e pode levar à cegueira. O tratamento envolve antibióticos aplicados localmente ou por injeção, visando evitar danos à córnea. O objetivo deste trabalho foi documentar o tratamento dos animais e as ações realizadas para controlar este surto. Na propriedade, foram identificados 42 bovinos de leite sintomáticos para CIB, sendo o diagnóstico feito por observação e inspeção dos animais, que apresentavam córnea opaca sem presença de úlceras e nos casos mais severos perda da visão. O tratamento foi feito de forma tópica aplicando diretamente os medicamentos na parte interna da pálpebra e no globo ocular. A maior parte dos animais doentes respondeu bem ao protocolo estipulado. Juntamente com o tratamento dos animais afetados, ocorreu a vacinação de todo o rebanho incluindo os 3 lotes em produção, animais que estavam em período seco, além das bezerras de maior idade do lote do bezerreiro. Os resultados obtidos reforçam a necessidade de práticas preventivas contínuas e do monitoramento constante da saúde do rebanho para minimizar perdas econômicas e garantir o bem-estar animal

    HERNIORRAFIA DIAFRAGMÁTICA ASSOCIADA A ENTERECTOMIA PARCIAL EM GATO EM FELINO: RELATO DE CASO

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    A hérnia diafragmática traumática (HDT) em gatos se desenvolve mais frequentemente como resultado de trauma abdominal fechado ou outro tipo de trauma abdominal contuso. Este trabalho tem como objetivo apresentar um relato de caso de herniorrafia diafragmática associada a enterectomia parcial em um gato adulto a fim de compartilhar a experiência clínica e analisar a conduta médico veterinária adotada no tratamento, bem como os resultados alcançados. Os acidentes automobilísticos são a causa mais comum de HDT, assim como o caso da paciente atendida. A presença e a gravidade dos sinais clínicos podem variar com o tempo de existência da hérnia, órgãos específicos afetados e o grau de comprometimento. A intervenção cirúrgica é o único recurso em todos os casos de HDT. A estabilização de animais antes da anestesia e cirurgia pode reduzir as taxas de mortalidade. Em gatos, as abordagens cirúrgicas subcostal lateral, paracostal e transtorácica podem ser empregadas, mas a mais comum é a laparotomia da linha média. Após a cirurgia, os pacientes devem ser monitorados intensivamente e deve ser fornecido suporte adequado de oxigênio e controle da dor. A transfusão sanguínea é indicada em quadros de anemia grave. O tratamento bem-sucedido da hérnia diafragmática traumática requer avaliação cuidadosa do paciente, intervenção apropriada para lesões concomitantes e estabilização eficaz antes da cirurgia. Portanto, tanto a conduta do médico veterinário que encaminhou a paciente quanto a da médica veterinária que realizou o tratamento foram adequadas e essenciais para a recuperação da felina

    DIAGNÓSTICO E PROFILAXIA PARA AS PRINCIPAIS CAUSAS DE ACOMETIMENTO DO CASCO EM VACAS LEITEIRAS DO CENTRO DE TREINAMENTO PARA PECUARISTAS (CTP).

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    As enfermidades do casco são umas das principais responsáveis pela redução do desempenho nos bovinos leiteiros. Para pontuar, informar e solucionar tais problemas, foi realizada uma visita técnica em uma propriedade no município de Castro no estado do Paraná, que possui um rebanho de 758 vacas, sendo 381 em fase de lactação, 72 em período seco e as demais que ainda não entraram no ciclo de produção, como as bezerras. A qual apresentou predominância de acometimento dos membros posteriores, tendo como afecção principal a Dermatite Digital. Foram observadas condições ambientais que justificaram a incidência dessas enfermidades, como a alta umidade do Free Stall, onde ficam as vacas de alta produção de leite; os pedregulhos e o barro seco nos corredores e nos piquetes. Também foi constatado a irregularidade no processo de casqueamento preventivo e a maneira que é realizada a prevenção com o pedilúvio. Sendo assim, após a identificação dos problemas, realizou-se as atividades de orientação técnica, onde foram debatidos e sugeridos recursos para diminuir a ocorrência das afecções do casco.&nbsp

    MEDICINA VETERINÁRIA DA SAÚDE ÚNICA - CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A FEBRE MACULOSA NO MUNICÍPIO DE RIO AZUL-PR

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    Existem diversas enfermidades que são comuns aos animais e aos humanos, denominadas zoonoses, as quais são um importante fator epidemiológico ao Brasil, causando diversas mortalidades em humanos e animais. Algumas destas enfermidades são transmitidas via artrópodes, entre ela a febre maculosa. A febre maculosa é uma zoonose transmitida através da picada de carrapatos infectados, sendo que no Brasil os vetores principais são os pertencentes ao gênero Amblyomma. Assim sendo, é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. Endêmica em várias regiões do Brasil, incluindo alguns pontos do Sul do país, sua incidência tem aumentado. A enfermidade tem sinais clínicos leve e graves, portanto, necessita de um diagnóstico rápido para imediata resolução do quadro, prevenindo o agravamento. Mesmo sendo uma doença que pode ser fatal, a população em geral tem pouco conhecimento sobre o assunto. A prevenção é a melhor solução visando a diminuição dos casos que podem acometer a população humana brasileira, e envolve medidas de controle de carrapatos, o qual pode ser realizado por diversos métodos e conscientização da população sobre o risco da doença e demais informações que envolvem a sanidade e epidemiologia da moléstia. A vigilância epidemiológica é fundamental para monitorar e controlar surtos, evitando assim casos maiores nas regiões brasileiras e assim promover ações eficazes de vigilância em saúde nacionais, objetivando sempre o bem maior da população e a diminuição dos índices de zoonoses brasileiras. O conhecimento público sobre os sintomas e a transmissão é essencial para evitar casos graves

    AVALIAÇÃO CLÍNICA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO PACIENTE EQUINO PORTADOR DE BABESIOSE: RELATO DE CASO

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    A babesiose equina é um hemoparasita que acomete os equinos, asininos e muares de forma endêmica no território brasileiro assim como em diversos outros países do mundo todo. Esta afecção vem sendo estudada a dezenas de anos, principalmente em função do elevado número de distúrbios que pode acarretar individualmente aos animais acometidos, bem como em todo o plantel sem se subestimar as enormes perdas econômicas na equideocultura mundial. Este trabalho teve como objetivo a avaliação clínica, diagnóstico e tratamento do paciente equino portador de babesiose. Neste trabalho relatou-se o caso de uma égua de prova que apresentou sintomas inicias para cólica e icterícia.  Iniciou-se tratamento para cólica, porém houve também a suspeita de babesiose devido a icterícia. O diagnóstico foi realizado através do exame de hemograma, exame bioquímico, esfregando sanguíneo e PCR. Após confirmada a babesiose, o animal foi tratado com medicação antiparasitária com oferta fracionada e antitóxico, além de fluidoterapia com eletrólitos. Após o tratamento, o animal foi acompanhado durante 14 dias para avaliação de sua recuperação, na qual observou-se que o tratamento não foi efetivo de imediato, mas que após alguns dias o animal estava em melhores condições. A partir do caso relatado, conclui-se que a avaliação clínica do paciente é de suma importância para o rápido diagnóstico e tratamento, o que aumenta as chances de sucesso do caso. Mas além disso, sendo observado todos os sinais apresentados pelo paciente pode se abrir caminhos para diagnósticos diferencias, o que é de grande importância para definir o diagnóstico é a realização de exames complementares.&nbsp

    O vírus da língua azul em ruminantes domésticos: situação de alerta no Brasil – Revisão

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    A língua azul (LA) é uma doença viral não contagiosa de ruminantes, transmitida por artrópodes. O vírus da língua azul (VLA) pode causar doença severa em ovinos, mas raramente em bovinos, caprinos e na maioria dos ruminantes selvagens. De distribuição cosmopolita, a moléstia foi descrita pela primeira vez no Brasil em bovinos e ovinos no Estado de São Paulo. Posteriormente, foram relatados casos de doença clínica no Paraná e, recentemente, no Rio Grande do Sul. A presença sorológica do vírus foi detectada em MG, RJ, PA, SP,CE, MS, PE, BA e RS. No Paraná, o primeiro caso clínico foi identificado em 2002, em caprino, e desde então, nenhuma pesquisa foi realizada para investigar a circulação viral na região. A taxa de mortalidade e a severidade dos sinais clínicos são influenciadas por espécie, raça, idade, status imunológico, sorotipo e amostrado VLA do animal infectado, e por interações com o meio ambiente. Não existem vacinas disponíveis contra o VLA no mercado brasileiro e, apesar da presença do vírus em 12 Estados da Federação, nenhum programa de prevenção foi implementado. O estudo tem como objetivo realizar uma revisão sobre a situação do VLA no Brasil, bem como advertir os órgãos competentes sobre os prejuízos que essa doença provoca.</jats:p

    O vírus da língua azul em ruminantes domésticos: situação de alerta no Brasil – Revisão

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    A língua azul (LA) é uma doença viral não contagiosa de ruminantes, transmitida por artrópodes. O vírus da língua azul (VLA) pode causar doença severa em ovinos, mas raramente em bovinos, caprinos e na maioria dos ruminantes selvagens. De distribuição cosmopolita, a moléstia foi descrita pela primeira vez no Brasil em bovinos e ovinos no Estado de São Paulo. Posteriormente, foram relatados casos de doença clínica no Paraná e, recentemente, no Rio Grande do Sul. A presença sorológica do vírus foi detectada em MG, RJ, PA, SP,CE, MS, PE, BA e RS. No Paraná, o primeiro caso clínico foi identificado em 2002, em caprino, e desde então, nenhuma pesquisa foi realizada para investigar a circulação viral na região. A taxa de mortalidade e a severidade dos sinais clínicos são influenciadas por espécie, raça, idade, status imunológico, sorotipo e amostrado VLA do animal infectado, e por interações com o meio ambiente. Não existem vacinas disponíveis contra o VLA no mercado brasileiro e, apesar da presença do vírus em 12 Estados da Federação, nenhum programa de prevenção foi implementado. O estudo tem como objetivo realizar uma revisão sobre a situação do VLA no Brasil, bem como advertir os órgãos competentes sobre os prejuízos que essa doença provoca

    PROTOCOLO TFAST E AFAST - AVALIAÇÃO FOCALIZADA POR ULTRASSONOGRAFIA PARA TRAUMA TORÁCICO E ABDOMINAL EM PEQUENOS ANIMAIS: RELATO DE CASO

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    O protocolo de Avaliação Focada com Ultrassonografia para o Trauma (FAST) é uma técnica de exame ultrassonográfico que auxilia na orientação dos médicos veterinários e cirurgiões da área emergencial, para distinguir os pacientes de risco. Quando realizada a nível torácico é denominado TFAST e a nível abdominal denominado AFAST. Estas avaliações rápidas das cavidades do organismo, na Medicina Veterinária, são ferramentas extremamente úteis para a detecção de fluidos livres, consequentes de injúrias intra-abdominais e intratorácicas em pacientes traumatizados ou não. As vantagens da realização do FAST incluem a velocidade que o procedimento pode ser realizado, de forma não invasiva, segura e portátil; a versatilidade do exame que permite produção de imagem com mínima manipulação do paciente; o acompanhamento de mudanças no quadro clínico do paciente; e ainda a possibilidade de realização simultânea a outras intervenções clínicas emergenciais. Além destas vantagens, a realização desse exame pode ser executada por médicos veterinários não imaginologistas. O presente artigo objetivou apresentar inicialmente uma revisão bibliográfica a respeito do FAST para a identificação de alterações em espaços pleural, peritoneal, intra-abdominal e pericárdico em pequenos animais, e ainda, apresentar um relato de caso da utilização de TFAST para acompanhamento seriado de um paciente canino da raça Golden Retriever de 7 meses de idade em situação emergencial porém, não traumático, apresentando quantidade significativa de líquido em espaço pleural decorrente a uma intoxicação pela planta Cycas revoluta. Ao elaborar este artigo, foi possível concluir que a realização do FAST é eficiente em relação ao diagnóstico rápido de fluido intra-abdominal, fluido pleural, fluido pericárdico, pneumotórax, contusões pulmonares e outras patologias torácicas. Quanto ao caso relato, conclui-se o protocolo seriado TFAST foi de extrema importância para detecção de líquido intratorácico. Ainda se percebeu que a literatura sobre o tema é escassa e demanda maior investigação deste tema
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