4 research outputs found
Hard to measure Lilliputians: error in the measurement of body temperature of small amphibians and a method to avoid it
Medidas de temperatura corporal (cloacal) de Dendropsophus nanus submetido a diferentes técnicas de contenção em diferentes temperaturas.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)FAPESP: 2021/10910-0;FAPESP: 2023/00178-6;CAPES: 001
Influência dos Fatores Antropométricos na Morfologia do Processo Coracóide da Escápula
O processo coracóide (PC) é uma estrutura óssea importante na fixação de músculos e ligamentos envolvidos na estabilidade da articulação do ombro. Além disso, é uma importante referência cirúrgica para correção da instabilidade do ombro. A presente pesquisa teve como objetivo analisar os formatos do PC de esqueletos cadavéricos com diferentes características antropométricas. Foram utilizadas escápulas de 22 esqueletos humanos cadavéricos, pertencentes ao Laboratório de Anatomia do Centro Universitário Padre Anchieta, com auxílio de um paquímetro de precisão digital, foram analisadas as dimensões do processo coracoide, bem como suas possíveis variações anatômicas. Os dados obtidos foram correlacionados com as características antropométricas do esqueleto para detectar se há relação direta com as possíveis variações anatômicas. Por meio dos dados obtidos, observou-se formatos do PC, como 8 em vertical, bastão longo, bastão curto e em gota d´água. Ademais, as mensurações realizadas apresentaram diferenças entre os valores. Esta pesquisa observou que o gênero masculino apresentou mensurações maiores quando comparado ao gênero feminino. Ademais, foi possível classificar os padrões morfológicos do PC em 4 tipos, tornando evidente a importância do conhecimento anatômico e suas variações, para realização de procedimentos cirúrgicos e diminuição dos riscos iatrogênicos.
Palavras-chave: processo coracoide, escápula, antropometria, síndrome
Caracterização do Forame Infraorbital em Crânios de Esqueletos Humanos Cadavéricos
O forame infraorbital (FIO) é um orifício localizado bilateralmente no osso maxilar do crânio e por onde está transitando os vasos e nervos infraorbitais. Diversos procedimentos realizados na face anterior do crânio necessitam do bloqueio anestésico do nervo infraorbital, entretanto essa técnica só pode ser realizada com o conhecimento anatômico da topografia do forame infraorbital, para que possa evitar lesões iatrogênicas no paciente. Dessa forma, esta pesquisa objetivou o estudo antropométrico no quadrante da região orbital da face para delimitar a localização do forame infraorbital e suas possíveis variações anatômicas e, então, correlacioná-las com as propriedades morfológicas dos esqueletos quanto ao o sexo, raça e idade do óbito. Foram utilizados os crânios de 30 esqueletos humanos cadavéricos, pertencentes ao Laboratório de Anatomia do Centro Universitário Padre Anchieta. Por meio de um paquímetro foram calculadas as dimensões dos pontos craniométricos na face anterior que permitiram a delimitação em torno do forame infraorbital, bem como um estudo da sua localização e possíveis variações anatômicas. Os dados obtidos foram correlacionados com a antropometria do esqueleto para detectar se há relação direta com as possíveis variações anatômicas. Em todas as amostras estudadas, os forames infraorbitais localizavam-se na porção do víscerocrânio e com morfometria diferente entre os crânios. Em alguns casos, houve diferença no formato e espessura entre os antímeros no mesmo crânio. Os parâmetros apresentados nessa pesquisa servem como uma ferramenta para auxiliar profissionais na localização do forame infraorbital e na compreensão das possíveis variações que um indivíduo pode apresentar por influências étnicas e ambientais
Contribuição ao estudo morfológico dos sulcos da artéria meníngea média em crânios humanos cadavéricos
A AMM (Artéria meníngea média) é responsável pela irrigação da dura-máter encefálica e está alojada nos sulcos localizados internamente no osso temporal, tornando-a, assim, vulnerável a lesões hemorrágicas durante os traumatismos cranianos. Devido a estas graves complicações neurovasculares, é necessário um estudo morfológico detalhado dos sulcos ósseos formado por esta artéria durante seu trajeto no crânio, para melhor compreensão do entendimento da avaliação clínica e radiológica, assim como para o planejamento cirúrgico. Sendo assim, a pesquisa teve como finalidade o estudo das ramificações, formatos dos sulcos da AMM e do forame espinhoso, no qual foram correlacionadas com as características do esqueleto humano cadavérico quanto à raça, ao sexo e à idade do óbito. Para isso, foram utilizados 17 crânios secos de esqueletos humanos cadavéricos pertencentes ao Laboratório de Anatomia do Centro Universitário Padre Anchieta. Foram analisados o formato, a quantidade da divisão dos sulcos da AMM e sua localização em relação a outras estruturas anatômicas adjacentes. Os dados foram correlacionados com as características do esqueleto humano referente ao sexo, à raça e à idade do óbito, para que fosse analisada a influência da antropometria na formação desse sulco da AMM. Quanto aos resultados, foram observadas algumas alterações nos padrões da distribuição e ramificação do sulco da artéria meníngea média, assim como a ausência de forames espinhosos em alguns crânios. Diante da análise morfométrica, constatou-se que mulheres acima dos 62 anos apresentam um diâmetro maior do sulco da AMM e do forame espinhoso quando comparadas aos homens. A artéria meníngea média pode se apresentar com uma variedade de características morfológicas distintas, como as que foram apresentadas nesta pesquisa. Dessa forma, torna-se evidente a importância do conhecimento anatômico e suas variações, frente aos diagnósticos e intervenções nos casos de hematomas epidurais
