20 research outputs found
Papel da Ecocardiografia no Manuseio da Fibrilaçao Atrial
A fibrilaçao atrial é a arritmia cardíaca sustentada mais comum na prática clínica e está associada a considerável morbidade e, em alguns subgrupos, também a elevada mortalidade. O manuseio ideal da fibrilaçao atrial requer conhecimento sobre sua etiologia, prognóstico e opçoes terapêuticas disponíveis. O ecocardiograma transtorácico constitui método de escolha para pacientes que apresentam seu primeiro episódio de fibrilaçao atrial, pois, além de possibilitar o reconhecimento de sua etiologia e de fornecer dados sobre a funçao ventricular esquerda, é capaz de medir com precisao o tamanho do átrio esquerdo. Entretanto, o ecocardiograma transtorácico nao é método adequado para identificar ou excluir a presença de trombo intra-atrial, particularmente aqueles localizados no apêndice atrial esquerdo. Por sua vez, o ecocardiograma transesofágico proporciona visibilizaçao excelente, tanto dos átrios quanto dos seus apêndices, e pode ser utilizado para guiar o processo de cardioversao da fibrilaçao atrial. Quando comparada à estratégia convencional (3 a 4 semanas de anticoagulaçao pré-cardioversao), a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico (anticoagulaçao prévia de curta duraçao) parece ser eficaz e segura, além de permitir uma cardioversao mais precoce e, possivelmente, associar-se a um menor risco de embolismo e menor incidência de sangramentos. Entretanto, em ambas as estratégias, a anticoagulaçao oral deve ser continuada por 4 semanas após a cardioversao, tendo em conta a recuperaçao completa da funçao mecânica atrial. Finalmente, um ensaio multicêntrico amplo (ACUTE) comparando a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico com a estratégia convencional de cardioversao encontra-se em andamento e, num futuro próximo, apontará para a melhor estratégia de manuseio da fibrilaçao atrial
Papel da Ecocardiografia no Manuseio da Fibrilaçao Atrial
A fibrilaçao atrial é a arritmia cardíaca sustentada mais comum na prática clínica e está associada a considerável morbidade e, em alguns subgrupos, também a elevada mortalidade. O manuseio ideal da fibrilaçao atrial requer conhecimento sobre sua etiologia, prognóstico e opçoes terapêuticas disponíveis. O ecocardiograma transtorácico constitui método de escolha para pacientes que apresentam seu primeiro episódio de fibrilaçao atrial, pois, além de possibilitar o reconhecimento de sua etiologia e de fornecer dados sobre a funçao ventricular esquerda, é capaz de medir com precisao o tamanho do átrio esquerdo. Entretanto, o ecocardiograma transtorácico nao é método adequado para identificar ou excluir a presença de trombo intra-atrial, particularmente aqueles localizados no apêndice atrial esquerdo. Por sua vez, o ecocardiograma transesofágico proporciona visibilizaçao excelente, tanto dos átrios quanto dos seus apêndices, e pode ser utilizado para guiar o processo de cardioversao da fibrilaçao atrial. Quando comparada à estratégia convencional (3 a 4 semanas de anticoagulaçao pré-cardioversao), a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico (anticoagulaçao prévia de curta duraçao) parece ser eficaz e segura, além de permitir uma cardioversao mais precoce e, possivelmente, associar-se a um menor risco de embolismo e menor incidência de sangramentos. Entretanto, em ambas as estratégias, a anticoagulaçao oral deve ser continuada por 4 semanas após a cardioversao, tendo em conta a recuperaçao completa da funçao mecânica atrial. Finalmente, um ensaio multicêntrico amplo (ACUTE) comparando a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico com a estratégia convencional de cardioversao encontra-se em andamento e, num futuro próximo, apontará para a melhor estratégia de manuseio da fibrilaçao atrial
Resultados pouco animadores com os bloqueadores dos canais de cálcio no tratamento da hipertensão arterial
Advanced megaesophagus (Group III) secondary to vector-borne Chagas disease in a 20-month-old infant
The authors report the case of a female infant with Group III (or Grade III) megaesophagus secondary to vector-borne Chagas disease, resulting in severe malnutrition that reversed after surgery (Heller technique). The infant was then treated with the antiparasitic drug benznidazole, and the infection was cured, as demonstrated serologically and parasitologically. After follow-up of several years without evidence of disease, with satisfactory weight and height development, the patient had her first child at age 23, in whom serological tests for Chagas disease yielded negative results. Thirty years after the initial examination, the patient's electrocardiogram, echocardiogram, and chest radiography remained normal
Downstream Change of the Primary Endpoint in the ISCHEMIA Trial: the Elephant in the Room
Pathogenesis of chronic Chagas cardiomyopathy: the role of coronary microvascular derangements
There is ample experimental and clinical evidence of functional and structural microvascular abnormalities occurring in patients with Chagas cardiomyopathy, possibly due to the inflammatory process and/or autonomic disturbances caused by Trypanosoma cruzi infection. Those microvascular derangements are likely to constitute at least an ancillary factor that potentiates and amplifies the chronic inflammation in myocardial tissue. It is possible to devise appropriate therapeutic interventions aimed at reverting or slowing the progression of the microvascular abnormalities to positively affect the natural history of Chagas cardiomyopathy
