Sociedades Precapitalistas
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    A temporalização do poder: o rei, os santos e as rendas senhoriais no Portugal Medieval (1248-1279)

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    This article analyzes the problem of seigneurial time in the Portuguese royals on the second half of the 13th century. The analysis of the documents seeks to demonstrate that the "natural time" was subordinate to the "holy time" by the Church, and appropriate for the royalty in its process of affirmation, insofar as it symbolically connected the king and the saints at the time of rents payment, which we call here “temporalization of power”.Este artigo aborda o problema do tempo senhorial nos aforamentos realizados pela realeza portuguesa na segunda metade do século XIII. A análise dos documentos procura demonstrar que o “tempo natural” que foi submetido ao “santoral” pela Igreja convergiu no processo de afirmação da realeza na medida em que conectou simbolicamente o rei, os santos ao momento de pagamento das rendas, processo este que aqui chamamos de “temporalização do poder”

    Historias de la aldea. Arqueología de las sociedades campesinas en el centro de la península ibérica (ss. VI-VIII d.n.e.)

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    The development of Archaeology in Western Europe had as a result the exponential growth of data on rural context in the Early Middle Ages, which has completely renewed the analysis on peasantry in this period. One of the aspects that developed the most has been, precisely, the archaeology of villages, which has come to a very detailed information on their genesis during early medieval times, their main characteristics and the type of societies which lived in them. This information came to revised the idea of the causal relation between the medieval village and feudalism, opening the possibility of analysing the socio-economic complexities of these societies. In this paper I will present, in the first place, a genealogic and historiographical analyses of the category of medieval village in order to, and in second place, build an alternative concept in anthropological terms, derived from some analyses on the archaeological record in the northern plateau of the Iberian peninsula.El desarrollo de la arqueología en Europa occidental ha tenido como resultado el incremento exponencial de los datos sobre los contextos rurales en época altomedieval, lo que ha renovado por completo el análisis del campesinado en este período. Uno de los aspectos más desarrollados ha sido precisamente la arqueología de las aldeas, que está permitiendo obtener una información muy detallada sobre su génesis en la Alta Edad Media, sus características principales y el tipo de sociedades que vivían en ella. Esta información ha llevado a contrastar la idea de la vinculación causal entre la aldea medieval y el feudalismo, abriendo la oportunidad a análisis de tipo socio-económico mucho más complejos. En este trabajo presentaremos en primer lugar un análisis genealógico e historiográfico sobre la categoría de la aldea medieval para, en segundo lugar, construir una alternativa de conceptualización en términos antropológicos derivados de algunos análisis sobre el registro arqueológico de la meseta norte peninsular

    Apresentação do Dossiê

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    Apresentação do Dossiê: Los Campesinos en la Histori

    As Comunidades Rurais da Gália Tardo-Romana: consumo, ascensão social e crise

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    This article focuses on understanding the living standards of rural communities in northern late Roman Gaul. Initially it presents a theoretical reflection on the conceptual definitions it employs and on the impact of the paradigm shift in the studies of late Roman society and economy (from the "Decline and Fall" to the "Continuity of the Romanitas") on the study of rural communities. It then problematizes the material culture of rural areas in terms of visible and invisible phenomena and then analyzes data from rural establishments by observing and proposing some interpretation models for the social, economic and cultural relations in Roman Gaul. The article concludes by proposing the elaboration of models and categories that, through a finer understanding of rural communities, can also more complexly represent their forms of community organization.Este artigo tem como problema central a compreensão dos padrões de vida das comunidades rurais do Norte da Gália tardo-romana. Inicialmente apresenta uma reflexão teórica sobre as definições conceituais utilizadas e o impacto da mudança de paradigma no estudo da sociedade e economia tardo-romana (do “Declínio e Queda” para o da “Continuidade da Romanitas”) sobre o estudo das comunidades rurais. Em seguida problematiza a cultura material das regiões rurais em termos de fenômenos visíveis e invisíveis e, a seguir, analisa dados oriundos de estabelecimentos rurais observando e propondo alguns modelos de interpretação das relações sociais, econômicas e culturais em algumas regiões da Gália romana. O artigo conclui propondo a elaboração de modelos e categorias que, a partir de uma compreensão mais fina das comunidades rurais, possam representar também de forma mais complexa suas formas de organização comunitária

    Reflexões preliminares sobre as justificativas mítico-ideológicas para a hierarquização e a desigualdade social na era viking

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    This work aims to promote the discussions as well as present my first reflections on the relationship of hierarchy and inequality in the Scandinavian societies of the Viking Age. To do so, we will take as reference the verses that constitute the poem in called Rigsþula (The tale of Rig), that integrates the collection of text of Edda Major. This poem presents the way in which myths explain the emergence of the social strata among the Norse, being thus a central source in the discussion here suggested.Este trabalho visa promover as discussões, bem como apresentar minhas primeiras reflexões sobre a relação da hierarquização e a desigualdade nas sociedades escandinavas da Era Viking. Para tanto, tomar-se-á como referência os versos que constituem o poema em chamado Rigsþula (O conto de Rig), que integra a coletânea de texto da Edda Maior. Este poema apresentas a forma segundo a qual os mitos explicam o surgimento das camadas sociais entre os nórdicos, sendo, deste modo uma fonte central na discussão aqui sugerida

    O conceito de campesinato e o estudo da Inglaterra Anglossaxônica: disputas germanistas

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    The current article aims to discuss the concept of peasantry on Anglo-Saxon England, and how this concept is moulded by the debates about Germanic societies. Such debates started on the 19th Century and are filled by nationalist elements; each country projecting on the Middle Ages their national and ethnic and/or racial origins. The main hypothesis of the article is that the concept of peasantry and (more broadly) the vision of Anglo-Saxon society embodies a liberal Germanist point-of-view, which emerged by opposition of the Nazi formulation of German societies in the past.O presente artigo tem como objetivo discutir como o conceito de campesinato utilizado para a Inglaterra Anglo-Saxônica está inserido nos debates sobre as sociedades germânicas. Estes debates remontam ao século XIX e estão tintos de elementos nacionalistas, projetando na Idade Média as suas respectivas origens nacionais e étnico-raciais. A hipótese principal do artigo é que o(s) conceito(s) de campesinato e (mais amplamente) a visão da sociedade anglossaxã constitui uma visão germanista liberal, que emergiu contraposta à proposição do germanismo formulada pelos nazistas

    As Leis Agrárias do início da República romana (486-442 a.C.): Conflito pela terra e pelo poder na construção da República romana

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    Ancient texts list several proposals for agrarian laws throughout Roman Republic history. The gracchan crisis and the Conflict of Orders between Patricians and Plebeians are the frames used by these texts to explain those proposals. Thus, the information about the pre-gracchan agrarian laws is heavily polluted by the writers' assumptions about the gracchan episode. Tackling this methodological issue, this article presents a reinterpretation of the oldest agrarian law proposals that we know (from 486 to 442 BC). Those laws are explained in the context of the agrarian change in Mediterranean agriculture and the political power of the peasantry in the emergence of Mediterranean city-states.Os textos antigos mencionam uma série de propostas de leis agrárias ao longo da história da República romana. Estes textos enquadram estas propostas a partir dos temas ensejados pela crise dos irmãos Graco e pelo enredo do Conflito das Ordens, entre Patrícios e Plebeus. As informações sobre os projetos de lei agrária anteriores aos Graco presentes nos textos antigos são, portanto, em muito contaminadas pelo que seus autores pensavam do episódio gracano. Tendo esse problema metodológico em mente, este artigo apresenta uma reinterpretação sobre o mais antigo ciclo de propostas de leis agrárias que temos notícia, entre 486 e 442 a.C.. A partir do estudo dessas leis, se analisará a questão agrária da época, relacionando-a com as transformações do sistema agrário que a agricultura mediterrânica vivia naquele tempo e com as transformações na posição política do campesinato no contexto da emergência das cidades-estado mediterrânicas

    Considerações sobre o conceito de campesinato para Alta Idade Média

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    The word “peasant” is frequently used to address a series of rural realities, very diverse points in time and space. It is a term with long tradition in the Humanities, which goes back at least to the 19th century. However, since the 1980’s there was a dramatic shortage in works focused on this social actors. For the pre-capitalist world in general – and the medieval in particular – we have societies with the absolute majority of the population based in the countryside living from the work in the fields. In spite of that, peasant studies did not find great repercussion in medievalism; aristocracies tend to deserve much more attention from historians than those who cultivate the soil. As result, although the word peasant is not rare in medieval history, it does not come along with a deeper conceptual reflexion. The present text argues that a more precise use of the concept of “peasantry” would bring analytical and historiographical gains to the research of this historically heterogeneous group. With this in mind, a bibliography revision is made in order to propose a theoretical approach the (early) medieval peasantry.Para abordar uma série de realidades rurais, temporal e espacialmente diversas, é frequente a mobilização do termo “camponês” que tem uma larga tradição de estudos existente nas Ciências Humanas que remonta pelo menos ao século XIX. Porém, desde os anos 1980 houve uma redução expressiva no número de trabalhos com foco nesses agentes sociais. Para o mundo pré-capitalista em geral – e o medieval em particular – temos a existência de sociedades cuja absoluta maioria da população vive no campo e tira seu sustento majoritariamente do trabalho agrícola. Por sua vez, esses longevos anos de reflexão sobre o campesinato não encontraram eco marcante nos estudos do medievo, com aqueles que trabalhavam o solo merecendo de medievalistas comparativamente muito menos atenção que a aristocracia.  Apesar disso, o termo “camponês” não é raro, aparecendo normalmente desprovido de uma reflexão conceitual mais aprofundada. O presente trabalho busca argumentar que a aplicação de uma conceituação mais precisa do campesinato permitirá ganhos analíticos e de compreensão historiográfica desse grupo internamente e historicamente heterogêneo. Para tanto, elabora-se uma breve revisão da bibliografia disponível e com base nela propõe-se uma maneira de abordar teoricamente o campesinato (alto)medieval

    Presentación del Dossier: Formas de explotación del trabajo y relaciones laborales en sociedades preindustriales

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    Presentación del Dossier: Formas de explotación del trabajo y relaciones laborales en sociedades preindustriale

    Reseña del libro Barros, Carlos, La base material de la nación. El concepto de nación en Marx y Engels, Barcelona, El Viejo Topo, 2020, 220 páginas

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    Revisión del libro La base material de la nación. El concepto de nación en Marx y Engels, de C. BarrosRevisión del libro La base material de la nación. El concepto de nación en Marx y Engels, de C. Barro

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